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Clínicas e consultórios · assessoria trabalhista mensal

Dentista PJ, escala 12x36, insalubridade, atestados: quem a clínica consulta antes de decidir?

Clínica médica, odontológica, de fisioterapia, de estética ou laboratório: a equipe mistura CLT, profissionais PJ e sócios, trabalha em escala e lida com risco biológico todos os dias. Na assessoria trabalhista mensal, essas decisões passam pelo advogado antes e viram documento. A clínica decide com o advogado ao lado, e não explica a ele depois que virou processo.

Por que a clínica é diferente de outras empresas.
EquipeCLT, PJ e sócios na mesma sala Recepção e auxiliares com carteira, profissionais de saúde como PJ, sócios que também atendem. Cada um pede um contrato diferente.
EscalaPlantão, 12x36 e agenda estendida Jornada fora do horário comercial precisa de acordo escrito e de controle que feche a conta.
ExposiçãoRisco biológico todos os dias Insalubridade, vacinação e material perfurocortante são regras do trabalho, não só da vigilância sanitária.
PrazoDois anos para trás O ex-funcionário tem até dois anos depois da saída para entrar com a ação e pode cobrar os cinco anos anteriores (art. 7º, XXIX, da Constituição).
O escopo, os canais, os prazos de resposta e os limites ficam escritos no contrato, conforme a estrutura de cada clínica.
O que entra

Três frentes. O escopo fica escrito no contrato.

Frente 1

A equipe

Recepção, auxiliares, técnicos e enfermagem.

  1. Contratos de admissão e descrição de função
  2. Orientação antes de advertências, suspensões e desligamentos
  3. Desligamento conferido: estabilidades, atestados e prazo da rescisão
  4. Atestados e exames guardados conforme a LGPD
Frente 2

Os profissionais parceiros

Médicos, dentistas, fisioterapeutas e biomédicos.

  1. Contrato de PJ, autônomo ou sócio conforme a rotina real
  2. Quem define agenda, quem paga o material, quem responde ao paciente
  3. Responsável técnico e divisão de responsabilidades por escrito
  4. Revisão quando entra profissional ou começa procedimento novo
Frente 3

A rotina

Jornada, exposição e fiscalização.

  1. Escala 12x36, plantões, banco de horas e controle de ponto
  2. Insalubridade: laudo, adicional e equipamentos
  3. NR-32: vacinação, perfurocortantes e programa de saúde ocupacional
  4. Preparação para fiscalização do trabalho e para a audiência

Escopo, canais, prazos de resposta e limites de atuação são definidos em contrato, caso a caso, conforme a estrutura de cada clínica. Esta página não trata de honorários.

Uma semana comum na clínica

Seis perguntas que chegam ao escritório. Todas antes de virar processo.

01 · O profissional PJ

“O novo dentista vai atender como PJ, três dias por semana, com a nossa agenda.”

O contrato não decide sozinho. Se houver pessoalidade, horário imposto e subordinação, a relação pode ser reconhecida como emprego (art. 3º da CLT). Antes de assinar, conferimos se a rotina combina com o papel.

→ Profissionais parceiros
02 · A escala

“A técnica de enfermagem vai trabalhar em 12x36.”

A escala de 12 horas por 36 de descanso precisa de acordo individual escrito, convenção ou acordo coletivo (art. 59-A da CLT). Sem o papel, a conta pode voltar como hora extra.

→ Jornada e escala
03 · A insalubridade

“A auxiliar perguntou se tem direito a insalubridade.”

Quem tem contato permanente com pacientes ou com material não esterilizado pode ter direito ao adicional (NR-15, Anexo 14; art. 192 da CLT). Quem define é o laudo, não o nome do cargo.

→ Segurança do trabalho
04 · A vacina

“Contratamos uma auxiliar de saúde bucal. E a vacinação?”

A NR-32 manda oferecer à equipe, sem custo, vacinação contra tétano, difteria e hepatite B, além das previstas no programa de saúde ocupacional (item 32.2.4.17.1).

→ Segurança do trabalho
05 · O atestado

“Onde guardamos os atestados e exames da equipe?”

Dado de saúde é dado pessoal sensível (art. 5º, II, da LGPD) e tem regras próprias de tratamento (art. 11). Pasta separada, acesso restrito e finalidade definida.

→ LGPD da equipe
06 · A notificação

“Chegou uma notificação da Justiça do Trabalho.”

A defesa começa com quem já conhece a clínica e os documentos, sem explicar tudo do zero. O tempo útil vai até a audiência.

→ Defesa em reclamações trabalhistas
Como começa

Quatro passos, com o escopo no papel.

  1. A conversa inicialEntendemos como a clínica funciona e dizemos, com honestidade, se o acompanhamento faz sentido para ela.
  2. O levantamentoContratos, escalas, laudos e pendências da equipe. Termina numa lista escrita e priorizada.
  3. O contratoEscopo, canais, prazos de resposta e limites ficam escritos antes de começar.
  4. O acompanhamentoAs dúvidas passam pelo escritório antes da decisão, e o que muda na clínica vira documento.
Quem assina

Você fala com o sócio responsável.

Retrato de Tiago Ribeiro Soares, sócio fundador do TRS Sociedade de Advogados
Sócio fundador · OAB/SP 427.191

Tiago Ribeiro Soares

Graduado pela FMU. Conduz as frentes empresarial e de contratos do escritório — a parte do trabalho que acontece antes de existir processo.

Retrato de Adenilson Soares, sócio do TRS Sociedade de Advogados
Sócio · OAB/SP 504.647

Adenilson Soares

Sócio responsável pela frente contenciosa do escritório, com atuação em direito do trabalho e cível: contestação, audiência, recurso e execução.

Vista da Avenida Paulista, onde fica a sede do escritório
Sede própria
Avenida Paulista, 326

Edifício Maria José, São Paulo. Atendimento presencial ou online, com a mesma estrutura.

Avaliações públicas no Google
5,0
★★★★★

276 avaliações públicas no Google em outubro de 2026. Falam de atendimento — não de resultado de processo.

“Profissionais incríveis com agilidade, competência e humanidade.”Edileia Ferraz
“Linguagem simples porém objetiva. Muito educados e atenciosos.”Regiane Rodrigues Bauer
“Além de bem atendida, fui acolhida. Equipe com imensa capacidade técnica.”Natalia Silva
Sociedade
TRS Sociedade de Advogados

Inscrita na OAB/SP sob o nº 48.520. Quem analisa o caso é o sócio que conduz a conversa.

Honestidade primeiro

Para quem faz sentido — e para quem não faz.

Costuma fazer sentido

  1. Clínica com equipe CLT e profissionais PJ trabalhando juntos
  2. Clínica com plantão, escala 12x36 ou horário estendido
  3. Consultório que vai contratar o primeiro funcionário
  4. Clínica que já recebeu reclamação trabalhista e quer evitar a próxima
  5. Grupo que vai abrir uma nova unidade

Costuma não fazer

  1. Quem procura um contrato padrão sem olhar a operação
  2. Quem precisa só da defesa de um processo: para isso há a defesa avulsa, na página de advocacia trabalhista para empresas
  3. Dúvidas sobre publicidade e normas do conselho: estão na página de assessoria jurídica para clínicas

O que não fazemos.

  1. Não prometemos resultado.
  2. Não dizemos que a clínica está regular sem ver o documento.
  3. Não orientamos a produzir prova que não corresponda ao que aconteceu.
Dúvidas

Perguntas frequentes

O que é assessoria trabalhista para clínicas?
É o acompanhamento contínuo da clínica por um escritório de advocacia na parte do trabalho: contratação, jornada, insalubridade, desligamentos e contratos com os profissionais parceiros. As dúvidas passam pelo advogado antes da decisão, e o escopo fica escrito no contrato.
A clínica pode contratar médico ou dentista como PJ?
Pode, mas o contrato não decide sozinho. Se o profissional trabalha com pessoalidade, horário imposto e subordinação, a relação pode ser reconhecida como emprego (art. 3º da CLT). Antes de assinar, vale conferir quem define a agenda, quem paga o material e quem responde ao paciente.
Funcionário de clínica tem direito a insalubridade?
Depende do laudo. O adicional não vem do cargo, e sim da exposição: quem tem contato permanente com pacientes ou com objetos de uso deles não esterilizados pode ter direito, em grau médio, nos estabelecimentos de saúde (NR-15, Anexo 14). O valor é de 10%, 20% ou 40% do salário mínimo, conforme o grau (art. 192 da CLT).
A clínica pode adotar a escala 12x36?
Pode, por acordo individual escrito, convenção ou acordo coletivo de trabalho (art. 59-A da CLT). Vale conferir também o que diz a convenção coletiva da categoria.
Quais vacinas a clínica deve oferecer à equipe?
A NR-32, norma de segurança do trabalho em serviços de saúde, manda fornecer gratuitamente vacinação contra tétano, difteria e hepatite B, além das previstas no programa de saúde ocupacional da clínica (item 32.2.4.17.1).
Como a clínica deve guardar atestados e exames da equipe?
Como dado pessoal sensível (art. 5º, II, da LGPD), com as regras próprias do art. 11: pasta separada, acesso só de quem precisa e finalidade definida.
O que conferir antes de desligar alguém da equipe?
Estabilidades (gestante, membro da CIPA, retorno de afastamento por acidente do trabalho, art. 118 da Lei 8.213/1991), atestados recentes e o histórico. Depois, a rescisão precisa ser paga em até 10 dias do fim do contrato (art. 477, §6º, da CLT).
Consultório pequeno, com dois ou três funcionários, precisa de acompanhamento?
Faz sentido quando as decisões sobre a equipe são frequentes ou quando há profissionais PJ. O tamanho da clínica muda o formato, não a pergunta que precisa ser feita antes de cada decisão.
Vocês atendem clínicas fora de São Paulo?
Sim. O atendimento é presencial na Avenida Paulista ou online, com a mesma estrutura, para clínicas de todo o Brasil.
Como funcionam os honorários?
São definidos em contrato, conforme o escopo e a estrutura da clínica. Esta página não trata de valores.
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Vamos conversar?

A primeira conversa serve para entender como a clínica funciona e dizer, com honestidade, se o acompanhamento faz sentido para ela. Se não fizer, dizemos e indicamos o caminho.

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Sobre esta página. Publicação de conteúdo jurídico informativo, nos termos do Provimento nº 205/2021 do Conselho Federal da OAB. É informativa e não constitui oferta de resultado, consulta jurídica nem análise de caso concreto. Os dispositivos legais citados foram conferidos no texto oficial. Situações concretas dependem de análise individual, com os documentos à vista. O contato não implica contratação de serviços advocatícios.

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